@Africano Eu poderia fazer uma excepção, por exemplo, se vejo alguma venenosa em lugares frequentados, especialmente por crianças, ou uma anaconda no Condominhas.
As cobras vão ao seu, nós ao nosso e não passa nada.
Deberiamos promover unha petición para que o Estado crease unha instancia de Mastodon oficial e todos os organismos tiveran conta para.difundir información. E de paso que retiraran as contas de redes privativas.
@billie Si tienes ocasión de ver las firmas de correo electrónico de empresas del sector de la madera y afines, te encontrarás razonamientos de ese tipo.
En plan "Imprime este tocho sin miedo, que los árboles capturan CO2 y tal y tumba..."
Lo que más me extraña es que en Gnome 40 estuviera y ahora no. Al menos en la configuración por defecto que traen Ubuntu y Fedora. Y no tiene sentido que lo hayan escondido. Me ha gustado mucho que al poner Ubuntu, el instalador te permite activar opciones de accesibilidad desde el principio. Solo me queda probar con KDE Plasma, a ver si con la versión nueva funciona. Antes estaba la opción, pero la activabas y era completamente ignorada. A ver si con Plasma 6 lo han arreglado. Por otro lado, sé que en Gnome van a meter caña a la accesibilidad, pero es que esto 1) ya estuvo y 2) es TAN BÁSICO que me parece absurdo que haya un zoom de escritorio que solo siga al ratón.
@Kaedu00 Imagine como é, que soubemos o que ocorreu anos depois dele morrer, ao encontrar documentos no arquivo de memória histórica.
Ainda falta por saber que é o que passou exatamente com algum dos irmãos. Pode ser que os seus descendentes conheçam a verdade, mas ainda hoje não querem falar do assunto. O medo perdura.
Tenho um parentes, já morto, que estivera na fronte de Astúrias e Cantábria, lutando contra falangistas, nazis e fascistas. Também emparentado com gente que participou das guerrilhas na Galiza e em Astúrias.
Pouco se sabe do seu sacrifício. A ditadura tratou de ocultar a sua história.
Estou aqui para conversar de maneira distendida, de muitas cousas que me interessam.Estou vivendo em Cedeira, mas nasci em Ferrol, e durante uns anos aprendi a ser um pouco chairego.Atendo em galego (português) https://a.gal/reintegracionismo-e-reintegracionistas, también en castellano and also in English. Também consigo entender outras línguas romances.Eliminação automática de publicações de mais de 3 meses.#nobridge--