@jballesteros @joseli Ahora también con Wayland, por si no llegaba lo de Gnome.
La verdad es que tienen mérito de aguantar como aguantan.
@jballesteros @joseli Ahora también con Wayland, por si no llegaba lo de Gnome.
La verdad es que tienen mérito de aguantar como aguantan.
@jballesteros @joseli Me cambié cuando fue aquella migración de LXDE a LXQt. Lo usé un tiempo, con Mint XFCE. Algunas cosas, como el cliente de Nextcloud, no acababan de integrarse completamente.
Acabé usando Mint Cinnamon. Por vagancia, básicamente.
Todavía uso XFCE en Manjaro. Lo uso virtualizado para trasteos y personalizaciones de algunas aplicaciones.
Siempre me dió la impresión de que el equipo de desarrollo de XFCE vive en permanente estrés por los bandazos que pega Gnome con GTK.
@tecnoysoft A mi me pasa desde hace tiempo, pero no he buscado solución directa.
Al comenzar a escribir el texto está blanco, pero cuando llevas escrito un rato, se vuelve oscuro y no se ve.
Mi solución:
Escribir el comentario en un editor de texto, copiarlo y pegarlo en YouTube.
@Vorffeed Música de suspense...
@osr No , digo de meter algodón entre cinta y lector para limpiar la cinta magnética. Se hacía con cintas maltratadas, que igual alguien había dejado en un cajón o la guantera del coche, sin su caja.
@osr Aquello de limpiar las cintas con un algodón impregnado de alcohol 96, metido en la pletina... ¿Era una buena práctica?
@miyazaki Pero tremenda consola.
@aud Igual se puede trabajando en un documento nuevo y a base de copiar y pegar conjuntos de páginas. No sé.
Pero sí, por desgracia es probable que se pierdan formatos o tengas otras complicaciones.
@aud El método chapuzas es cubrir la página con un marco o tabla de una sola celda, darle el color que quieras y enviarlo al fondo.
Lo más elaborado sería definir un estilo de página con el color de fondo deseado, meter un salto de página manual, cambiar de estilo para esa página con otro color, meter otro salto y volver al estilo predeterminado.
@marcostaracido Diz um companheiro meu:
O primeiro sintoma de burrámia é muita carga.
É para o contexto laboral, mas pode ter aplicação aqui também.
@osr Dicen los audiofilos que la calidad del sonido de YouTube deja mucho que desear. ¿Lo ves así?
@fedello @outrofracofavor Também se podem baixar com yt-dlp.
https://github.com/yt-dlp/yt-dlp
Para Android está o YTDLnis, que incluso busca as fontes dos vídeos.
@ElenaMusk Para maior acervo, melhor em latim.
@Quedices ¿Cómo lo ves?
@ElenaMusk Claro, como as panjolinhas galegas. Aí têm outra vara de medir.
@hipolito Não estaria metido numa chalana ou algo e apareceu do outro lado da ria?
@hipolito Pouco nadam os gatos, una dezenas de metros, quando se vem necessitados.
Cruzou à praia pola boca da ria? É pouca distância, ainda que com muita corrente entre marés. Ainda houve sorte.
Penso que não somos o único caso e que há que buscar soluções sempre foemulando as queixas por via oficial, de maneira que requeram resposta oficial por escrito e que sirvam de base para denunciar via judicial.
Litigar contra a administração pública é uma odisseia que pode durar bem mais de 10 anos e chegar ao Supremo ou a tribunais europeus, mas algo necessário, à vista do abandono das suas obrigações.
@hipolito Gatos com colar? A mim a minha veterinária recomendou-me não lhe pôr colar, por se engancha e acaba enforcado.
Nunca vi um gato enforcado do colar. Contudo, se a veterinária o diz, pois haverá que fazer-lhe caso.
Ao parecer existem uns colares que abrem ao pendurar o peso do gato. O meu está sem colar.
@antoni É curioso que, ainda que tanto cacarejam do livre mercado, especialmente entre países da UE, os produtores portugueses encontrem ainda sérias dificuldades para introduzir o seu produto na Galiza.
Produtos de excelente qualidade, alguns que não se podem encontrar aqui.
Especialmente no mundo da alimentação, o mercado fica condicionado pelas distribuidoras. Esses intermediários que incham os preços que o consumidor paga, espoliam e pagam uma mísera a quem produz.
Estou aqui para conversar de maneira distendida, de muitas cousas que me interessam.Estou vivendo em Cedeira, mas nasci em Ferrol, e durante uns anos aprendi a ser um pouco chairego.Atendo em galego (português) https://a.gal/reintegracionismo-e-reintegracionistas, también en castellano and also in English. Também consigo entender outras línguas romances.Eliminação automática de publicações de mais de 3 meses.#nobridge--
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